sábado, 27 de dezembro de 2014

Dicas para valorizar suas fotos de viagens no instagram


Já virou regra: quando tiramos uma foto de um lugar, momento ou data especial, logo postamos elas nas redes sociais. A facilidade do clique, somada à ansiedade para colocá-la no Instagram, fazem as fotos com uma qualidade nem sempre desejada. Pelo menos, é assim para a maioria, mas não para Paulo Del Valle. O jovem, aos 25 anos, despertou interesse do Instagram em 2011 e, desde então, se tornou um fotógrafo profissional focado no Instagram. Com mais de 250 seguidores e trabalhos realizados para grandes marcas, o usuário revelou seus segredos para a GQ. Confira.

Não é uma mosca
Nunca se esqueça de limpar a câmera do celular. Uma digital, ou até mesmo algum resíduo do jeans, pode estragar a imagem. "O ideal é sempre ter um pano próprio para isso, mas limpar com camisa de algodão é uma opção", explica Del Valle.


Pegada
Na hora de fazer o clique, segure o celular com as duas mãos, para não dar a famosa tremida. Colocá-lo na posição horizontal, além de promover mais estabilidade, também potencializa fotos, em especial as de paisagem. "No iPhone, pode-se utilizar o botão de aumentar o volume para tirar fotos, o que deixa a experiência mais próxima de quando tiramos fotos com uma câmera", fala o fotógrafo.

Chegue mais perto
Jamais, em hipótese alguma, utilize o zoom do seu celular. Como é digital, a aproximação dele  não acompanha a qualidade da imagem. Por isso, parece que a está granulada. Se não conseguir chegar mais perto do foco da foto, melhor deixar a tarefa para uma câmera mais potente.

Iluminado
Evite tirar fotos contra a luz do sol para evitar que os raios de luz entrem na câmera, deixando aquelas linhas brancas pela foto. Esse fenômeno é chamado"flare". Se o ângulo não permitir, faça uma "cobertura" com a mão em cima do celular, para tentar bloquear essa exposição.


Os famigerados "selfies"
O fundo perfeito sempre pede um selfie. Mas, ao invés de obtar pela comodidade, esqueça a câmera frontal do smartphone. Opte pela traseira, que sempre tem qualidade superior. "O ideal é utilizar a função "timer" para facilitar quando a tela está virada para o outro lado. Acessórios como 'monopod' são ótimas opções e estão sendo muito utilizados, também", conta Del Valle.

Equipe-se
Compre acessórios para o seu celular, para garantir maior usabilidade e melhor proveito com as fotos. Uma bateria externa, para não perder nenhum clique, é pequenos tripés, feitos para celular, podem ser boas opções.

Multitarefa? Dessa vez, não
Evite tirar fotos e editar ao mesmo tempo. Prefira clicar tudo e, no final do dia, escolher as melhores e aplicar os devidos reparos. Parece clichê, mas a aplicação é perfeita: a pressa é inimiga da perfeição.

Conhecimento próprio
Entenda como funciona a câmera nativa do seu celular e os aplicativos das câmeras. Descubra como selecionar o foco, ajustá-lo e até controlar a exposição de luz. Nem sempre o automático vai calcular as melhores situações.


Cheio de likes
"Fotos no pôr do sol fazem sucesso garantido nas redes sociais", revela o fotógrado. Destas, as silhuetas contra a luz são as favoritas. Para chegar no resultado, basta focar o corpo entre a fonte de luz e a câmera e selecionar o foco nele. Se a função HDR (une três fotos em uma, garantindo captação de todos os detalhes) estiver ligado, chegar neste resultado é mais difícil.

Amplie os horizontes
Não se limite aos filtros do Instagram. Busque outras alternativas, inclusive, para controlar a captura da imagem. Paulo Del Valle listou seus favoritos:

- Camera+ (iOS): "Tem recursos manuais, como ajustar a velocidade do obturador (ideal para fotos em movimento e de pulos), permite tirar várias fotos por segundo, possui timer, foco manual e muitas outras funções."
- Cortex Camera (iOS): "Permite tirar fotos de ótima qualidade em baixas condições de luz, sem a necessidade de flash."
- Average Cam Pro (iOS): "Captura com aspecto profissional de longa exposição e dá um efeito incrível a fotos de cachoeiras e mar. Exige o uso de um tripé."


Os aplicativos para edição:

- VSCOcam (iOS e Android - Grátis): "Tem filtros incríveis disponíveis gratuitamente, além de opções pagas. Os meus filtros preferidos são: S2, A6, HB2 e 04."
- Snapseed (iOS e Android - Grátis): "Oferece muitas ferramentas de edição manual e é a opção ideal para acertar fotos de pôr do sol."
- TouchRetouch (iOS e Android): "Ótimo para dar retoque final, removendo coisas indesejadas de fotos, como lixo na rua ou imperfeições no rosto."

By Blog GQ

10 cidades brasileiras que parecem de outros países

Como você provavelmente já sabe, o Brasil é um pequeno mundo, com cidades frias, quentes, ricas, pobres, africanas, europeias, asiáticas e de toda outra forma e cultura que se possa esperar, um dos grande fatores que faz de nosso povo tão único e versátil.
Junto com isso, algumas paisagens bastante inusitadas são criadas, que mais do que mostrar a singularidade do brasileiro, mostram também a sua amplitude, e fazem com que diversas cidades tupiniquins pareçam cartão postal de outro lugar. Confira aqui algumas das principais delas:

Antônio Prado – RS


As casas de madeira dessa cidade são patrimônio artístico do país é são uma memória da colonização italiana do século XIX.

Caminho das Pedras, Bento Gonçalves – RS


Essa colônia de casas de pedra remete ao norte italiano e à toscana, cenários clássicos que representam grande parte da cultura brasileira.

Alcântara – MA


Conhecida como “a cidade que parou no tempo”, essa cidade tem mais de 300 construções coloniais e lembram os barões, escravos e portugueses que infestaram nossas terras há 500 anos.

Paranapiacaba – SP


No Grande ABC paulista, essa região cheia de trilhos e torres é conhecida como vila ferroviária, e foi construída por ingleses em 1860.

Pirenópolis – GO


Esse cidade no interior de Goiás é conhecida por sua arquitetura colonial, suas cachoeiras esotéricas e seu clima bucólico, sendo ótima tanto para passeios históricos quanto como refúgio natural.

Domingos Martins – ES


De colonização italiana e alemã, além das construções, a cidade conta com uma ambientação natural impressionante, composta por lagos, morros e vales incríveis que refletem a colonização europeia.

Holambra – SP


Essa daqui entrega um certo tanto pelo nome, mas com moinhos, casas coloridas e eventos culturais, há floriculturas e gastronomia pra conquistar a mais frígida das donzelas nessa cidade da cultura “holambresa”.

Olinda – PE


Basicamente a segunda “capital” do Estado pernambucano, foi fundada pelos colonizadores em 1537 e fica sobre 7 colinas, fazendo do local um ótimo mirante.

Blumenau – SC


Localizada no estado de Santa Catarina, é conhecida pela Oktoberfest e por sua arquitetura bávara, o que a faz um conhecido ponto turístico para turistas tanto brasileiros quanto estrangeiros.

Campos do Jordão – SP


A “Suíça Brasileira”, tem restaurantes, bebidas e o clima típicos do norte europeu, e, apesar dos preços, é um lugar popular há décadas no território paulista.


by FatosDesconhecidos

A piscina mais bonita do Rio de Janeiro

Postamos na nossa conta no Instagram uma foto que tiramos naquela que para nós é a piscina mais bonita do Rio de Janeiro, pra não dizer a mais incrível. E muita gente veio perguntar onde é que ficava aquele cenário de tirar o fôlego. A foto foi tirada no Praia Ipanema Hotel, na Zona Sul da cidade.
A piscina de borda infinita debruçada sobre a Praia de Ipanema e com os Morro dos Dois Irmãos ao fundo é uma das mais famosas da Cidade Maravilhosa. Apesar de a cobertura do hotel ser bem pequena, tem o privilégio de oferecer aos hóspedes essa vista.



Apesar de restrita aos hóspedes, mesmo quem não está hospedado pode curtir o visual. É que junto da piscina fica o Espaço 7ZERO6, aberto das 8h às 20h, restaurante que serve pratos assinados pelo chef Patrick Bolle. O melhor custo-benefício para visitar o local é tomar um café da manhã, como já contamos aqui. Entre um prato e outro, aproveite para visitar a cobertura e conhecer a piscina.



por Esse Mundo É Nosso

10 lugares para visitar antes que ele sumam do mapa by Hypeness

O mundo é um lugar repleto de belezas naturais, algumas delas capazes de nos tirar o fôlego e de se tornarem verdadeiros sonhos de viagem. Mas ele não para de mudar, de crescer e, em alguns casos, de se deteriorar, seja por ação do homem, seja por capricho da natureza, mais forte e poderosa que qualquer animal. Essas mudanças nos lembram duas coisas – 1) vale a pena fazer nossa parte e cuidar do planeta; 2) é importante aproveitar o que o mundo tem para nos dar hoje e não deixar a vida para depois.
Um pouco por todo o planeta, começam se sentindo os estragos provocados pelas mudanças climáticas e pela subida dos mares, que ameaçam principalmente ilhas, cidades ou regiões cercadas por água. Se você quiser conhecer alguns dos lugares listados abaixo (e todos eles merecem uma visita), é bom correr – pode ser que, infelizmente, daqui a algumas décadas, esses lugares não estejam mais disponíveis nos roteiros de viagem.
1. Veneza, Itália
Começamos por uma das cidades mais românticas do mundo, cenário de grandes paixões e capaz de encantar até os mais insensíveis. Tem cerca de 270 mil habitantes e recebe mais de 60 mil turistas por dias, mas vem afundando a uma velocidade de 2 milímetros por ano. Estima-se que, até o fim do século, Veneza pode mesmo ficar submersa.
Foto © efilpera
2. Maldivas
Se o nível dos oceanos continuar a subir, as ilhas Maldivas podem deixar de receber os milhares de turistas que recebem hoje. Nos próximos 100 anos, o risco é muito grande e o governo já começou comprando terras em outros países, para acautelar os problemas que as famílias podem vir a enfrentar.
Foto © Maldivas.net 

3. Ilhas Seychelles
Mais um destino turístico por excelência, esta coleção de 115 ilhas, verdadeiro paraíso tropical, está ameaçada por conta da erosão nas praias, depois de uma grande barreira de corais ter sido devastada.
Foto © Olivier Roux

4. Alpes
Uma das regiões de ski mais famosas do mundo, os Alpes ficam numa altitude muito baixa, o que os deixa sucetíveis à mudanças climáticas. Em média, 3% do gelo glacial da região desaparece por ano, o que faz com que especialistas acreditem que as geleiras possam desaparecer totalmente até 2050.
Foto © jd.echenard


5. Roterdã, Holanda
Nem só ilhas sofrem com o aumento do nível do mar. Roterdã, um espaço urbano na Holanda, fica localizado ao lado do Mar do Norte, o que é ótimo pra economia local e para o fluxo de negócios no porto da cidade, mas que obriga a uma dura batalha contra a água, já que um terço do espaço holandês fica abaixo do nível do mar. Apesar das excelentes infraestruturas do país, modernas e sofisticadas, a Holanda poderá ser uma das principais vítimas de inundações no próximo século.
Foto © Dennis Burger

6. Rio Nilo, África
O segundo rio mais extenso do mundo, o Nilo desagua no mar Mediterrâneo e é uma das regiões mais ameaçadas do planeta pelo aumento do nível do mar, capaz de destruir grande parte da produção agrícola local e afetar milhões de pessoas.
Foto © beccacantpark

7. Grande barreira de corais Australiana
A maior barreira de corais do mundo está sendo ameaçada por condições ambientais extremas, como o aumento da temperatura dos oceanos e a poluição. Há estudos que apontam para que ela possa não existir mais nos próximos 100 anos.
Foto © Mike McCoy

8. Mar Morto
O Mar Morto é famoso por sua história mas, nos últimos 40 anos, já diminuiu de volume em um terço. Estudiosos acreditam que ele poderia desaparecer num curto período de 50 anos, devido ao fato que países vizinhos estão drenando a água do Rio Jordão, que alimenta o Mar Morto.
Foto © alessandra di renzo

9. Parque Nacional Glacier, Montana
O parque já teve mais de 150 geleiras nos seus arredores, mas só sobraram 25. As rápidas mudanças climáticas poderiam baixar o número para zero até 2030, como alguns pesquisadores acreditam.
Foto © AlbertaScrambler
10. Ilhas Magdalen, Canadá
Com praias de areia cortadas por escarpas, o local, parte da província do Quebec, Canadá, é atingido por ventos fortes o que faz com que a costa sofra uma erosão de 40 polegadas por ano. Além disso, a barreira de gelo que protege a região está derretendo rápido, o que deixaria as ilhas vulneráveis ao ventos fortes, podendo causar seu desaparecimento nos próximos 75 anos.
Foto © leongu66